Antônio

Antônio

terça-feira, 21 de julho de 2015

Inseguranças bobas

Olá pessoal!

Quase 5 anos se passaram desde o nascimento de Antônio e um sentimento que a muito já deveria ter deixado de existir ainda teima em aparecer. Esse sentimento é a insegurança materna.

Antônio é hoje um garotinho muito ativo, não se isola mais como antigamente, está mais sociável interagindo com os amigos e até mesmo com desconhecidos. V I T Ó R I A

A escola é grande contribuidora para isso, percebo mudanças comportamentais importantes no dia-a-dia, ele está mais organizado, a coordenação é excelente, tem lógica e tem uma grande facilidade em línguas estrangeiras. Abaixo o link de um vídeo de como ele está espertinho "falando" inglês.


Onde está a minha insegurança então? Minha insegurança está muito latente quanto o deixar ele sozinho em alguns lugares. Por exemplo, aqui onde moramos algumas casas de festa já trabalham no esquema deixe seu filho e pegue três horas depois... gente, como sofro. Ele foi convidado para um aniversário nesses moldes no próximo sábado 25/07 e minha cabeça está a mil... Bento estará lá também, mas, eu não... minha cabeça fica a mil, cheia de "e se"... penso: e se ele não conseguir brincar em nada? E se deixarem ele no cantinho? E se nenhuma criança chamar ele pra brincar? E se ele chorar e eu não estiver lá? Essa insegurança eu ainda tenho, mesmo tendo a certeza de que crianças são diferentes de adultos, são muito mais solidárias, mas, é meu Bublinho que vai estar lá, sozinho, a prova...

Uma amiga, mãe de um dos coleguinhas de Antônio, já me puxou a orelha com relação a isso. Agradeço muito por isso Grazi. Essa é uma questão evolutiva... aos poucos ela vai acontecer, sábado vai ser quebra de UM GRANDE paradigma.

Sigo aprendendo, sigo evoluindo, na busca insana em ser uma pessoa melhor, tentando acertar mais do que errar na criação de meus filhos, mas, o caminho é longo ainda. Tenho muito o que aprender.

Um comentário:

  1. Essa insegurança pode vim varias vezes. Antonio é uma criança como qualquer outra apenas com alguns limites não deixe que seu cuidado de mãe acomode ele, eu sou portadora de mielo e agradeço aos meus pais por nunca me tratarem com indiferença, eu tinha meus cuidados quando criança e foi assim que aprendi a viver com pessoas "normais". Não dê limites a ele deixe ele msm descobrir as coisas como uma criança comum, hoje foi minha primeira vez aqui no seu blog e vi muitas postagens e me emocionei muito, e te admiro pelo seu cuidado e proteção por seus filhos, e agradeço por ter feito esse blog pois é bom saber a experiência de outras pessoas vou sempre acompanhar boa sorte na luta

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